Pinto da Costa il y a quelque jour...
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«Se baterem a cláusula ele não vai querer sair»
Agora é oficial. Pela primeira vez, Pinto da Costa admitiu que Villas-Boas tem um preço, conforme Record anunciou aquando da renovação do contrato com o treinador, em dezembro. A cláusula do técnico está fixada, mas o presidente atravessa a sua palavra. “André Villas-Boas é inegociável. Tem uma cláusula de rescisão de 15 milhões de euros, o que para determinados clubes não é significativo, mas se baterem a cláusula ele não vai querer sair”, garantiu em entrevista à RTP, ontem à noite, rotulando:
“É tão portista como eu.”
Com o treinador a ser insistentemente apontado a vários clubes, entre os quais se destaca o Chelsea de Abramovich, Pinto da Costa sossegou a massa adepta e foi mesmo mais longe na hora de projetar o plantel para a nova temporada. “Villas-Boas só me disse, há dois dias, que se não sair ninguém, não precisa de nenhuma contratação. Aliás, não há muitos jogadores que possam fazer sequer parte deste plantel”, vincou, comentando ainda a possibilidade de perder alguns dos principais ativos.
“Não espero vender, mas não posso dizer nunca porque há cláusulas”, salvaguardou-se, citando Hulk, que disse que não é louco para sair, e mostrando-se confiante na renovação de Falcão: “Está a ser tratado e ele já afirmou que tem vontade de ficar, apesar de ainda ter mais dois anos de contrato.” Mais hesitante na questão de Fernando, foi firme quando Fátima Campos Ferreira o recordou de que já vendeu jogadores abaixo da cláusula de rescisão.
Quaresma, por exemplo. “Havia um acordo entre mim e ele e saiu pelo preço que tínhamos combinado. Foi um jogador que marcou uma era aqui, mas não vamos comparar o sucesso do Quaresma com o sucesso do Falcão e do Hulk”, salientou, engrandecendo os atuais ativos.
Percebe-se, ainda assim, que a grande estima de Pinto da Costa é direcionada para AndréVillas-Boas. “Tem uma vantagem. Para além da paixão pelo futebol, é tão portista como eu”, insistiu, comparando com Mourinho: “Não era portista, nasceu em Setúbal numa altura em que ainda nem havia portistas em Setúbal.”
Agora é oficial. Pela primeira vez, Pinto da Costa admitiu que Villas-Boas tem um preço, conforme Record anunciou aquando da renovação do contrato com o treinador, em dezembro. A cláusula do técnico está fixada, mas o presidente atravessa a sua palavra. “André Villas-Boas é inegociável. Tem uma cláusula de rescisão de 15 milhões de euros, o que para determinados clubes não é significativo, mas se baterem a cláusula ele não vai querer sair”, garantiu em entrevista à RTP, ontem à noite, rotulando:
“É tão portista como eu.”
Com o treinador a ser insistentemente apontado a vários clubes, entre os quais se destaca o Chelsea de Abramovich, Pinto da Costa sossegou a massa adepta e foi mesmo mais longe na hora de projetar o plantel para a nova temporada. “Villas-Boas só me disse, há dois dias, que se não sair ninguém, não precisa de nenhuma contratação. Aliás, não há muitos jogadores que possam fazer sequer parte deste plantel”, vincou, comentando ainda a possibilidade de perder alguns dos principais ativos.
“Não espero vender, mas não posso dizer nunca porque há cláusulas”, salvaguardou-se, citando Hulk, que disse que não é louco para sair, e mostrando-se confiante na renovação de Falcão: “Está a ser tratado e ele já afirmou que tem vontade de ficar, apesar de ainda ter mais dois anos de contrato.” Mais hesitante na questão de Fernando, foi firme quando Fátima Campos Ferreira o recordou de que já vendeu jogadores abaixo da cláusula de rescisão.
Quaresma, por exemplo. “Havia um acordo entre mim e ele e saiu pelo preço que tínhamos combinado. Foi um jogador que marcou uma era aqui, mas não vamos comparar o sucesso do Quaresma com o sucesso do Falcão e do Hulk”, salientou, engrandecendo os atuais ativos.
Percebe-se, ainda assim, que a grande estima de Pinto da Costa é direcionada para AndréVillas-Boas. “Tem uma vantagem. Para além da paixão pelo futebol, é tão portista como eu”, insistiu, comparando com Mourinho: “Não era portista, nasceu em Setúbal numa altura em que ainda nem havia portistas em Setúbal.”
